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Quirera Gourmet – 16/10/2020

Quirera Gourmet – 16/10/2020

Ex-Inimigos

Vídeo “ressuscitado” da campanha municipal de 2016 em Xanxerê faz sucesso no Facebook. Mostra aliados de agora sendo malhados, detonados e xingados por um então candidato a vereador (que fez seis votos) de coligação contrária, naquela eleição. Xingados e xingadores hoje estão abraçados… O então candidato dos seis votos desancou o cacete no Ex-deputado Merísio e no atual prefeito de Xanxerê, Avelino Menegolla, tendo ao seu lado – e aplaudindo seu “discurso de guerra” – o atual candidato a vice-prefeito, Adenilso Biasus, na chapa que hoje é apoiada por Menegolla e Merísio…Uma das lições que aprendi trabalhando em campanhas  foi que não é recomendável, nem inteligente, atacar e xingar adversários de hoje… Simplesmente porque eles podem ser (ou provavelmente serão) os aliados de amanhã. Isso prejudica o candidato atual? Talvez sim, talvez não, depende. Mas com certeza mostra aos eleitores “com quem se está lidando”…

MDB é Amin!

Atribui-se a Tancredo Neves a autoria de frase que define o cenário político brasileiro como uma nuvem: Se você olhar para ela agora e voltar a olhar daqui a 30 segundos, não vai ver a mesma coisa. Na política partidária nacional tudo muda rapidamente… E a cada eleição tais fatos se tornam mais corriqueiros: Na atual eleição para prefeito de Florianópolis, nossa capital, o MDB – quem diria! – Apoia nada mais nada menos que…Ângela Amin! Não vi, por enquanto, ninguém da imprensa catarina lembrar que Amin e PMDB, ou MDB eram como água e óleo, não se misturavam nem a pau, juvenal! Eu mesmo ouvi, numa entrevista feita aqui em Xanxerê, Dona Angela jurar que jamais apoiaria ou andaria na “mesma turma” que o MDB andasse. Os Amin e o MDB eram um caso clássico de incompatibilidade de gênios. Eram, não são mais, agora devem estar trocando declarações de amor eterno, ao menos nessa eleição…

É a Cabeça, Irmão!

Resolvi lembrar essas estórias de ódio e paixão para bater numa tecla que vou gastar: Política não pode e nem deve ser feita na base de sentimentos, como um caso de amor, uma paixão arrasadora, ou um ódio mortal. Isso só serve a quem gosta de mentir para si mesmo. Política – os políticos sabem disso, os eleitores ainda não – é feita com a cabeça, não com o coração. Definitivamente, participar da vida política de um município, estado ou país, não deve se confundir com torcer para o Inter, ou para o Grêmio, nem Flamengo ou Vasco. Alguém já desenhou também que política seria “a arte do possível”. E nada impede que inimigos de ontem sejam aliados de hoje, se isso for possível e, principalmente, se isso pode ajudar a “ganhar a eleição”.

Ganhar é a “Ideologia”

Pouco se comemora, no Brasil, um governo que tenha feito uma ótima ou boa administração. O que se comemora muito, e sempre, são as vitórias nas urnas. Importa é ganhar, se o governo do eleito for ruim, não interessa. E para ganhar a eleição, abraçam-se ex – adversários, rasgam-se muitos e lindíssimos discursos, recheados de esperanças e lindas intenções. A esse fato devemos atribuir a eterna fragilidade e instabilidade dos partidos políticos brasileiros. A famosa “ideologia” dos partidos tupiniquins – e de seus caciques – sempre coloca em primeiro lugar ganhar a eleição. Não há seriedade e muito menos compromissos com programas e metas a serem alcançadas nas áreas social, econômica, cultural, desportiva e outras. Há o compromisso de ganhar a eleição com o candidato xis, porque ele é um cara bonito, honesto, empreendedor, trabalhador e inteligente. E vai abrir aqui na cidade uma filial do Paraíso!

Papai Noel Não Existe…

Também já falei e vou gastar a tecla de que presidente algum, nem governador, nem prefeito, deve ser visto como um salvador da pátria. Igual ao Papai Noel, não existem salvadores da pátria! E é por isso que a Pátria brasileira está virada num saci! Boa parte dos eleitores e da população gostariam de eleger uma pessoa que fosse lá e resolvesse, sozinho, todos os inúmeros problemas, dele, do país, do estado e do município. Essa pessoa, o salvador da pátria, simplesmente ainda não nasceu, e vai demorar para nascer. Nossa mentalidade precisa agregar o conceito de que um país, ou um município, só se constrói a muitas mãos, trabalhando juntas, por muitos anos e com metas bem definidas, inarredáveis e batalhadas com a participação do maior número possível de eleitores/cidadãos.

O Cidadão Brasileiro

Não por acaso o Brasileiro é pouco versado e letrado no significado e no exercício da palavra “Cidadania”, com direitos e deveres…Aqui, para a maioria, cidadania é pendurar a bandeira do Brasil na sacada, e ir votar no dia da eleição…Porque o voto é obrigatório! E depois que elegermos o prefeito, ele que se vire! “Minha parte eu já fiz, votei nele e ajudei ele a ganhar a eleição”…O Brasileiro quer tudo no colo, de presente. É certíssimo que governos estaduais, federais e municipais deixam muitíssimo a desejar, quando não roubam, e muito. E isso acontece porque o cidadão não fiscaliza… “Fiscalizar? Isso é papel de vereador”, se escuta por aí, sempre. E é, também, do vereador! Mas antes e mais que do vereador, também é responsabilidade do (a) digníssimo(a) senhor(a) eleitor(a), do(a) cidadão(ã), fiscalizar e cobrar do eleito os compromissos assumidos, mais as obras e os trabalhos necessários. Mas…quem faz isso???

Culpa dos Outros

Também se ouve muito, há tempos, que para o cidadão deitado eternamente nesse berço esplêndido, a culpa sempre é “dos outros”! A culpa sempre é do prefeito, dos vereadores, do governador e do presidente, dos deputados, senadores, governos e dos políticos em geral, quase sem exceções”! Isso é o que se escuta. A culpa nunca é do eleitor… E é exatamente nisso que uma grande multidão de brasileiros acredita!  Penso que já passou da hora de o brasileiro, eleitor, cidadão, nós, eu, você, nossos amigos e inimigos, os vizinhos e os totalmente desconhecidos, qualquer um, tomarmos consciência de que o Brasil somos todos nós. É chavão lembrar que não existe almoço de graça, mas no caso de eleições, eleitos e governos, se a população não permanecer “ligada” e muito atenta, ativa nas cobranças, não apenas não haverá almoço grátis como, daqui a pouco, nem vai mais ter almoço…

Xingar é Mais Fácil!

E se o que “temos aqui”, ou se “o que nos apresentam” no cenário político nacional é uma grande m…, essa mesma m…fomos nós que fizemos, ao votar nos nossos “queridos, inteligentes, lindos, honestos e trabalhadores” representantes políticos. Ou, não é? ” Ah, mas eu não fui, nem votei nele”…certo! Mas você vive aonde? É cidadão de que país? Mora com Alice, no País das Maravilhas??? O Brasil somos nós que fazemos. E se não fizermos a nossa parte com determinação e muito trabalho, ninguém fará por nós! Não estou – sei bem disso – descobrindo a pólvora, nem a quadratura do círculo. Esse discurso é para lá de conhecido, bem “manjado”. Mas é o melhor que conheço, embora a gente saiba, muitos não vão dar mínima! É (muito) mais fácil simplesmente xingar e botar a culpa nos políticos! Então, viva o Brasil! Viva o povo brasileiro!

Um bom fim de semana a todos (as)!

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